"Nunca desista dos seus sonhos!"
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A arte de querer conversar e não conseguir puxar assunto essa eu domino.
"Eu apostei todas as minhas fichas no amor, e perdi."
"— Psiu.
— Fala.
— Para com isso…
— Parar com isso o que?
— De ser tão fria comigo.
— Não estou sendo fria.
— Tá sim.
— Não tô não.
— Tá bom, não está. Mas você mudou.
— Não mudei.
— Mudou.
— Não, não mudei. Quem mudou aqui foi você.
— Eu? Continuo sendo o mesmo.
— Aham.
— Olha lá.
— O que?
— Tá sendo fria de novo.
— Não estou sendo fria, só não quero discutir com você.
— Você tá distante de mim, você tá me evitando.
— Prefiro assim.
— Mas o que foi que eu fiz?
— Nada.
— Nada…
— Tudo bem, o único problema aqui sou eu. Você não tem nada a ver.
— Para de ser modesta. Depois que a gente terminou, você mudou.
— Se fosse só eu… Mas foi eu e você, nós mudamos.
(Silêncio)
— Mô?
— Oi?
— Mô?
— Fala.
— Tá vendo?
— O que?
— Você não nega ainda ser o meu amor.
— E daí?
— Não precisa ficar vermelha.
— Não tô vermelha.
— Tá sim, cada vez mais.
— Cala a boca.
— Você tá linda assim.
— Cala a boca!
— Sinto sua falta.
— Mandei calar a boca.
— Mas…
— Quieto! Também sinto sua falta.
— Mô?
— O que?
— Posso falar?
— Já tá falando…
— Volta pra mim?
— Mas eu nunca fui embora."
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Aperte play e comece a ler.
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse: - “Esse aqui”. - “Quer que embrulhe para presente?” - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: “Então, você não sabe? Faleceu essa manhã”.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria”. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde… (Autor Desconhecido)
(Source: diariodemeninas)
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A arte de querer conversar e não conseguir puxar assunto essa eu domino.
"Eu apostei todas as minhas fichas no amor, e perdi."
"— Psiu.
— Fala.
— Para com isso…
— Parar com isso o que?
— De ser tão fria comigo.
— Não estou sendo fria.
— Tá sim.
— Não tô não.
— Tá bom, não está. Mas você mudou.
— Não mudei.
— Mudou.
— Não, não mudei. Quem mudou aqui foi você.
— Eu? Continuo sendo o mesmo.
— Aham.
— Olha lá.
— O que?
— Tá sendo fria de novo.
— Não estou sendo fria, só não quero discutir com você.
— Você tá distante de mim, você tá me evitando.
— Prefiro assim.
— Mas o que foi que eu fiz?
— Nada.
— Nada…
— Tudo bem, o único problema aqui sou eu. Você não tem nada a ver.
— Para de ser modesta. Depois que a gente terminou, você mudou.
— Se fosse só eu… Mas foi eu e você, nós mudamos.
(Silêncio)
— Mô?
— Oi?
— Mô?
— Fala.
— Tá vendo?
— O que?
— Você não nega ainda ser o meu amor.
— E daí?
— Não precisa ficar vermelha.
— Não tô vermelha.
— Tá sim, cada vez mais.
— Cala a boca.
— Você tá linda assim.
— Cala a boca!
— Sinto sua falta.
— Mandei calar a boca.
— Mas…
— Quieto! Também sinto sua falta.
— Mô?
— O que?
— Posso falar?
— Já tá falando…
— Volta pra mim?
— Mas eu nunca fui embora."
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Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse: - “Esse aqui”. - “Quer que embrulhe para presente?” - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: “Então, você não sabe? Faleceu essa manhã”.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria”. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde… (Autor Desconhecido)
(Source: diariodemeninas)
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